segunda-feira, 7 de março de 2011

Fato


Acordei cedo, fui ate a janela pra ver o que estava a minha espera, CAOS uma cidade repleta de carros e pessoas apressadas com pouco tempo. Essa bomba relógio esta prestes a explodir, meninas sem personalidade com o status que elas não tem, procurando ali em meio a tantos corpos perdidos um espelho talvez. Fui conhecer o mundinho deles e fiquei entediada, eram pessoas ou robôs? Ficou difícil de decifrar, pois eram completamente iguais. O céu estava se fechando, como se uma catástrofe fosse acontecer ali a qualquer momento. Os olhos críticos me olhavam de forma curiosa. Senti um olhar apressado e tímido me arrebatar de canto, aqueles olhos castanhos fixos nos meus ficavam cada vez mais encharcados em meio a chuva que caia constantemente, eu sem reação fiquei imóvel ao observá-lo, esperando um simples movimento, mas em alguns segundos aquela camisa cinza desapareceu em meio a tanta gente e eu sem saber se ele realmente era um deles, continuei minha jornada pela antiga capital, só que desta vez com passos cada vez mais largos, tropeçando entre as palavras. Tentando achar o que ainda não tem explicação. O sol que nem havia aparecido, já havia ido embora quando encontrei um velho amigo meu ‘orgulho’ e ali sentados em um banco na praça ficamos esperando as respostas que chegavam com o calar da noite.

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 ' Me sinto insegura, talvez isso passe logo. Quero o vento que causa o meu arrepio, quero tudo aquilo que eu pensei que tu era, agora que descobri a tua verdade, conclui que nada mudou. Se me arrependo ? NÃO pois é de ti que eu gosto e é contigo que eu quero ficar. Não posso, não devo e não quero te deixar agora. Ainda me pergunto porque finjo fazer parte desse teatro bobo? Não há como fugir já estou envolvida nisso até o fim. E agora como nós ficamos? O que fazer? Isso são duvidas freqüentes. Não esperava ouvir aquelas palavras de ti. Mais é isso vou deixar como está, se continuar vai ser bom, mas ainda é cedo pra me acusar e falar alguma coisa que vá alem disso '.

terça-feira, 1 de março de 2011

F.

E aqui estou eu, mais uma vez entrar em uma relação sem pé e sem cabeça. É inevitavel essas coisas sempre acontecem, mas posso afirmar que dessa vez vou fazer valer a pena. Palavras ditas com clareza, sorrisos sinceros e coraçoes que ganho no caminho. Provas de afeto, já falei que não há como comparar. Tudo que eu precisava, e é parece que a tal hirtoria de se apagar facilmente se inverteu. Talvez esse seja o momento certo e perder a direção, deixar meu orgulho de lado e esperar. O que tinha de ser feito já fiz, provei pra mim mesma que não existe mais nada, vou gritar em alto e bom som que nada dura pra sempre. Agora vou te dar a chava e te deixar entrar, pra acabar de vez com os resos de uma coração partido, vou te deixar pra modificar, vou te deixar entrar pra ficar.